27/03/2014

Mulheres que Viajam para Arábia Saudita...Informações Sobre os Costumes Locais para Não Entrar em Fria...



Viajando ao Reino da Arábia Saudita, uma mulher deve focar  seu traje e comportamento mostrando respeito pelos costumes locais. Muçulmanos defendem que as regras seja mantida, não por  intuito de “oprimir”, mas sim, de protegê-las dos olhos, fantasias e avanços dos homens. Tá! para nossa cultura isso é inadmissível, mas entenda, temos que respeitar a cultura local, ser pertinente aos costumes, não exige compreensão e sim respeito.Lá isso é suportado pelo fato de que a maior parte destas regras se aplicam às mulheres com idade abaixo dos 40 anos de idade. Aplicadas as regras do código de vestimenta cuja o objetivo local é alegado por eles em torno da prevenção de uma jovem mulher para que não seja alvo de objeto da luxúria masculina.


Instruções


Use vestidos que vão para baixo dos tornozelos. Calças não são, frequentemente, uma boa ideia. No entanto, elas são, muito melhor do que shorts. Shorts são fora de questão para homens e mulheres. Mangas compridas também são uma obrigação para ambos os sexos. Montagem e sobreposição de vestuário de qualquer tipo, fora dos padrões, é proibido e iria provocar um escândalo.

Abuse dos revestimentos de cabeça. Véus são sempre aconselhável não importa  para onde uma mulher está viajando no Reino Saudita. Na cidade capital de Riade, mulheres devem sempre usar um véu e um manto negro sobre suas roupas. Uma boa regra de ouro para o código de vestuário em todo o Reino é que quanto mais ele cobre e mais escura a cor, melhor.

Sapatos devem ser removidos antes de entrar em uma mesquita. Algumas famílias sauditas mais rigorosas também vão querer remover seus sapatos antes de entrar em suas salas de visitas.

Viajar com um pai ou irmão - ou alguém que poderia pelo menos se encaixar nessa descrição - Se você tiver menos de de 40 anos de idade, viajar para a Arábia sozinha nunca é uma boa idéia!!!
Infelizmente, mesmo sendo autônomas e emancipadas... A cultura local deve ser uma condição a ser refletida e não desafiada. Mochileiras de Batom surgiu justamente para ser um canal informativo sobre as condições e visões mundiais no trato dado às mulheres, para que possamos nos precaver de situações de inadequação e até mesmo, de perigo.

Destrua quaisquer revistas ou bebidas alcoólicas antes de chegar na Arábia Saudita. Se você tiver revistas em sua bagagem que contenha "atrevidas fotografias de mulheres com pouca roupa ou homens e mulheres socializando-se, livre-se delas." Páginas vão ser rasgadas na alfândega. Quaisquer bebidas alcoólicas serão confiscadas. Em grandes empresas, áreas industriais, há áreas expatriadas que têm muitos americanos ou ingleses, e nestes lugares, as regras são significativamente relaxadas.

Socialize-se somente com as outras mulheres. Há público masculino e feminino em restaurantes e no centros comerciais.Porém, nunca pergunte a um host masculino sobre sua esposa ou filhos, que são consideradas informações pessoais que não devem ser compartilhadas.Em vez disso pergunte sobre o genérico “da família.” Nunca aceite presentes de um homem, uma vez que este é equivalente a uma proposição sexual, especialmente na capital.

Gostou, curta e compartilhe, Obrigada!

Mochileiras de Batom !!!

créditos: http://www.maritimewired.com

Lugares Onde Você Vai se Sentir “Rico” Comparado com o Custo de Vida de SP.


São Paulo não é um lugar caro se comparado com cidades da Suíça ou de outros países da Europa Ocidental, mas muito caro se compararmos com partes da Ásia, da África e do Leste Europeu.

Mochilar significa conhecer o mundo, outras culturas, outras línguas economizando dinheiro. Portanto, se você deseja economizar mesmo precisará pesquisar preços e descontos ok? O objetivo de ser mochileira (o) é justamente ter consciência de que viajar não precisa ser caro, o que nós incentiva a viajar com mais frequência. Para demonstrar essa verdade, separamos Alguns países onde viajar pode ser mais barato do que passar uns dias (ou mesmo viver) em São Paulo.


A ideia aqui não é falar mal de São Paulo. Mas, escolhemos São Paulo como exemplo, para mostrar que até aquele cafezinho que você toma todos os dias, aqui no Brasil, pode financiar parte da sua viagem ao exterior. Basta escolher o país certo. Os preços médios de produtos e serviços de São Paulo são do site Custo de Vida. (Valores arredondados).


Katmandu - Nepal – Himalaia





Almoço em restaurante baratinho, em São Paulo: R$ 14,00. E sem suco ou refrigerante. Equivale o mesmo que Uma diária num hotel, em um dos bairros mais importantes de Katmandu, capital do Nepal: R$ 13,93 para o casal. E com café da manhã. Ficou chocado? Eu fiquei, logo que descobri que era tão barato assim.


Bali – Indonésia






Segundo relato de uma mochileira a hospedagem lá custa US$ 24 por duas diárias, de dois quartos. Ou seja, a diária de cada quarto (para o casal) custou US$ 6.

Comparando os custos, um saco de cinco quilos de açúcar, em São Paulo: R$: 6,30 Quanto ela pagou para ficar num hotel com piscina e pertinho dessa praia???!!! Choquem apenas R$ 7,00 Bali.

Sim, 7 Sete reais por pessoa. Na diária de um hotel, perto da praia, com piscina e internet Wi-Fi. Só para deixar claro. Com isso, o quarto duplo saia a R$ 14,00 Diz a Mochileira Natália: brinca: -Eu não acampei, era hotel mesmo!!! É simples mas bonitinho. Chocada.

Você pode conseguir esses preços na hora, enquanto anda pela cidade porque tem muita opção barata, basta pesquisar... Embora, recomende que tenha sempre uma reserva feita para o local que viajará, por motivos de fiscalização de imigração e para não se surpreender com lugares com over book, mas compensa analisar opções baratas no local e se achar conveniente se deslocar, não custa nada pesquisar.

Entre relatos de viajantes que foram à Bali, chegaram a pagar em um hotel um pouco mais caro para os primeiros dias. Uma vez lá, procuraram uma opção melhor. No primeiro hotel em Bali, com piscina e internet, reservado por e-mail. 250 mil rúpias da Indonésia, custou pouco mais de US$ 20 no quarto, no quarto de casal, ou R$ 23 por pessoa. Essa pechincha! Mas para não onerar o orçamento procuraram outro e mudaram para um de apenas R$ 7,00 e segundo relatos, nem foi preciso procurar ou negociar muito com o dono, ele ofereceu esse preço de cara. Acredite se quiser. :


Mumbai – Índia




Em São Paulo R$ 120,00 é o preço de uma diária de um hotel econômico. O preço de uma diária de um quarto, no bairro mais nobre de Mumbai? R$ 18!!!
Preço médio de cama em quarto coletivo de hostel, em São Paulo: R$ 45. O custo em um dia inteiro na Índia (comida, hostel e passeios) total US$ 20. Ou R$ 46,50, pela cotação de hoje.

Langkawi – Malásia








Uma hora de estacionamento na região central de São Paulo: R$ 15,00. Sim, 15 reais. Para estacionar um carro (que já estaria parado no trânsito, de qualquer forma).Quarto de hotel, na areia da praia da foto abaixo, a mais badalada de Langkawi, na Malásia: R$ 13 por pessoa, no quarto duplo. E com internet na praia, se você quiser.





Quem quiser uma opção um pouco melhor, com ar condicionado, cozinha e uma pequena biblioteca para uso dos hóspedes, pode ficar num lugar mais caro, em outra praia linda de Langkawi. Em Zackry Guest House, num quarto para três pessoas, preço US$ 9,86 por pessoa, ou seja, R$ 22. E mesmo assim, tem opções mais baratas que podem chegar R$ 10,00 por dia.

Bangkok – Tailândia




Comparando o preço de hotel de luxo, em São Paulo: R$ 460,00 (dá para achar opções com valores muito acima disso, claro).
Preço de hotel 5 estrelas, em Bangkok: R$300. Com o troco você pode fazer uma sessão de massagem tailandesa R$ 16,00 uma aula de mergulho em praias paradisíacas R$ 58,00 e um passeio pelas ilhas Phi Phi R$ 92,00, que inclui almoço. Com os R$ 3 que sobrarem você pode comer dois espetinhos de insetos ou tomar uma cerveja.

OBS: Para mochileiros o lema é economizar, na Tailândia ainda em Bangkok, a diária por pessoa (em dois quartos de casal) no Hotel Khaosan Baan Thai custa US$ 8,79. Com café da manhã.


Chiang Mai – Tailândia





O que você faz com dez reais em São Paulo? Com dez reais em Chiang Mai na Tailândia você paga a diária de hotéis econômicos. A hospedagem no Little Bird, custou US$ 3,30 (R$ 7,60) por pessoa. E o quarto era só para o grupo que estão viajando juntos, ou seja, é coletivo mas com a sua galera, não com desconhecidos. Em São Paulo, você precisa de R$ 9 para comprar 1 litro de leite R$ 2,50 e um pacote de café R$ 6,60.


Camboja - Reino do Camboja




        Camboja tem a fama de ser o paraíso dos viajantes econômicos.

Um Saco de arroz, em São Paulo: R$ 9,58. No Camboja, com esse valor você almoça num restaurante legal por R$ 8,00 e toma um Chopp R$ 1,2 cada. Pesquise sobre o que é mais barato por lá e se sinta “Rica”!!!!

Lisboa – Portugal



  Viajar e ainda economizar com muitas regalias é possível sim!


Quarto do hostel mais barato que eu achei em São Paulo, após pesquisar bastante: R$ 40,00. Um quarto coletivo de hostel em Lisboa: 35 reais. Com os cinco reais que sobraram você toma uma cerveja R$ 4,8. OBS: Coletivo mas com camas individuais e lençóis limpos para cada um! Com um armário individual muito resistente, que tem tranca com para cadeado para cada um, muito seguro, não pense que é baderna).
Aluguel médio de um apartamento de 3 quartos, em região nobre de São Paulo: R$ 3.500,00.Aluguel médio de um apartamento de 3 quartos, no centro turístico de Lisboa média de: R$ 2.500,00


Praga – República Tcheca





Ingresso de cinema (sem ser 3D), em São Paulo: R$ 21,32. Em Praga, o mesmo programa sai por R$ 17,00. Enquanto um quilo de pão francês chega a custar R$ 12,00 em São Paulo, segundo essa matéria da Folha, em Praga com esse mesmo valor é possível fazer uma refeição num restaurante básico, no centro da cidade.
Animou? Então saiba que a diferença não se limita aos valores que falamos aqui. De forma geral, o custo de vida lá é mais baixo que o do Brasil. E você ainda tem essa vista.





Cape Town, na África do Sul




Em Cape Town, na África do Sul, comparando com o preço do Big Mac (só o sanduíche) em São Paulo: R$ 12,00 O mesmo hambúrguer lá custa R$ 5,00 lá, com menos de R$ 10 você compra o combo completo. Ou, se preferir, com R$ 15 você paga uma refeição de verdade num restaurante, onde a cerveja de 500 ml custa em torno de R$ 3,80.

Existem dezenas de opções além das citadas aqui. E não pense que o custo de vida nesses países é baixo, mas que a passagem de avião para lá é necessariamente caríssima. Além de Portugal e República Tcheca, vários países europeus, principalmente no leste, são muito baratos. E as passagens para o Velho Continente não são tão caras assim. Mesmo se o seu destino for a Ásia, pode ter certeza que dá para achar ótimas barganhas e boas promoções de passagens, tudo por um preço que compensa (e muito), principalmente por causa da economia que você vai fazer lá.

Gostou? Curta e compartilhem, Agradecemos ;)


Mochileiras de Batom !!!

Créditos: Site 360 meridianos; Site Custo de vida de SP e Folha de SP.

25/03/2014

Os dez piores países do mundo para as mulheres

A Declaração Universal dos Direitos Humanos advoga que nenhum ser humano deve sofrer tratamento degradante, cruel ou desumano. São belas palavras, mas que infelizmente, não encontram solo fértil nos corações, principalmente em relação às mulheres. Em todo o mundo, atitudes ultrapassadas e dogmas religiosos relativos à saúde sexual e reprodutiva das mulheres faz com que um enorme percentual da população feminina viva em perpétua discriminação.

Em muitos casos, guerras, desastres naturais e crises econômicas, acabam desviando a atenção internacional do sofrimento dessas mulheres. Os acontecimentos recentes, no entanto, aumentaram a conscientização. Os levantes da Primavera Árabe destacaram os direitos das mulheres em países como Tunísia, Egito, Líbia e Iêmen. E, recentemente, em dezembro de 2012, o mundo ficou chocado quando uma mulher de 23 anos foi brutalmente estuprada e torturada em um ônibus em Nova Deli, Índia, morrendo em consequência dos ferimentos.

Sendo submetidas a esse tipo de abuso, os traumas psicológicos graves são inevitáveis. Estudos indicam que uma em cada três mulheres sofre de problemas de saúde mental. Mas, mesmo assim, de forma alarmante, atitudes arraigadas e a discriminação fazem as mulheres de algumas culturas sofrerem em silêncio, sem nunca procurarem ajuda.
Leia a seguir, a matéria sobre os 10 piores países do mundo para as mulheres. Porém, esteja avisado: você pode considerar o conteúdo perturbador.

10 – Nepal






Cinco anos após uma guerra civil de uma década, as mulheres do Nepal ocupam 33 por cento das cadeiras parlamentares. Sem dúvida, um progresso notável. Não obstante, a liberdade das mulheres em todo o país continua pequena. Apesar do sucesso, as mulheres políticas acreditam que o país ainda está profundamente enraizado em atitudes patriarcais. As estatísticas da recente guerra, apontam a perda de 15.000 vidas, dentro desse mesmo período, 22.000 mulheres morreram durante o parto.

No Nepal, o casamento precoce é comum e é geralmente caracterizado por gravidezes seguidas para assegurar um elevado número de crianças do sexo masculino, enquanto que as filhas indesejadas são por vezes vítimas de tráfico humano. A discriminação de gênero é vigente, as mulheres não têm acesso à educação e há altos níveis de violência doméstica.


9 – Arábia Saudita





Há pedidos de reforma no Reino da Arábia Saudita já por um longo tempo, especialmente quando se trata dos direitos das mulheres. Em 2009, o Fórum Econômico Mundial classificou a Arábia Saudita como um dos piores países quando se trata da igualdade de gêneros. Essa situação fica clara no mercado de trabalho: as mulheres ocupam uma excelente proporção de vagas nas universidades (algo em torno de 70 por cento), entretanto, as atitudes sociais restringem a cinco por cento a participação delas na força de trabalho.

Tradicionalmente, a Arábia Saudita é uma sociedade patriarcal onde a honra masculina e a separação de homens e mulheres são princípios centrais. Mulheres de todas as idades são obrigadas a ter responsáveis ​​masculinos e as casas tem entradas separadas para homens e mulheres. Além disso, regras discriminatórias continuam a ser introduzidas nas últimas décadas, por exemplo, embora uma mulher possa ser autorizada a pilotar um avião, uma lei de 1990 proíbe as mulheres de irem sozinhas aos aeroportos.

Dito isto, há alguns sinais encorajadores de que a Arábia Saudita se esforça para apresentar uma imagem melhor para o Ocidente. Em 2012, Sarah Attar e Wojdan Shaherkani fizeram história como o primeiras sauditas a competir nos Jogos Olímpicos. E uma nova lei aprovada em 2012 decretou que as mulheres poderão votar sem a permissão dos homens em 2015.


8 – Paquistão


Poucos meses depois do ataque a Malala Yousafzai em 9 de outubro de 2012, dezenas de milhares de pessoas em todo o mundo assinaram uma petição pedindo que ela fosse indicada ao Prêmio Nobel da Paz. O Taliban tentou matar a estudante de 15 anos de idade porque ela lutava pela educação feminina no Paquistão. Tratada na Grã-Bretanha, ela foi descrita pelo ministro do Interior do Paquistão como um "símbolo de coragem e determinação." Só em 2008, o Talibã destruiu mais de 150 escolas para coibir a educação feminina.

O Paquistão é polarizado quando se trata de direitos das mulheres. E, em um país de subordinação de gênero sistêmica, o ataque a Malala Yousafzai revela apenas um aspecto do problema. Por quê? Porque no Paquistão, crimes de honra, casamentos forçados, tráfico de mulheres, estupros e ataques com ácido são perturbadoramente comuns. Além do mais, não é só violência física: um estudo das Nações Unidas concluiu que 90 por cento das mulheres paquistanesas são verbalmente e mentalmente abusadas por homens em suas próprias famílias. Este tipo de tratamento pode corroer a confiança e a saúde mental das mulheres, levando-as ao abuso de drogas, depressão e suicídio.


7 – Afeganistão



Com o Afeganistão mergulhado em conflito , fica claro que as diferenças tribais, étnicas e religiosas que têm assolado o país ainda estão presentes. O impacto do conflito prolongado na saúde mental da população é significativo. Depressão, transtorno de estresse pós-traumático e transtornos de ansiedade são comuns, famílias e comunidades foram devastadas. Nesse cenário, são as mulheres que continuam a sofrer mais.

Após a repressão sob o domínio dos mujahideen e dos talibãs, as taxas de alfabetização entre as mulheres afegãs só recentemente subiram acima de 15 por cento. Como no vizinho Paquistão, o Taliban ataca escolas para continuar sua campanha contra a educação feminina. Casamentos arranjados são comuns, e uma forte sociedade patriarcal ainda permite que um homem se divorcie de sua esposa deixando-a na mais completa miséria. Somente depois da queda do talibã, as mulheres afegãs conseguiram ter o direito de ingressar no mercado de trabalho.

A nova democracia tem procurado acelerar as mudanças na condição da mulher. No entanto, em um país onde as taxas de mortalidade feminina estão entre as piores do mundo e onde a média de vida da mulher é de apenas 44 anos, muitas mudanças ainda precisam ser feitas.


6 – China



Os direitos humanos na China têm sido foco do interesse internacional, mas nos últimos anos, mais atenção tem sido dada à corrente dos direitos das mulheres. Quatro décadas da política governamental do filho único, tiveram um enorme efeito sobre a estabilidade de gênero no país: estima-se que 40 milhões de homens chineses não têm uma parceira.

As consequências também podem ser terríveis para um dos vizinhos mais pobres da China. O apoio do Estado para as famílias na Coréia do Norte foi reduzido a praticamente nada. Em uma tentativa desesperada de ganhar dinheiro, algumas mulheres norte-coreanas tentam atravessar a fronteira com a China, mas, mesmo para aquelas que não são capturadas, a China ainda pode ser um lugar perigoso. Das milhares de mulheres norte-coreanas que entram no país, pensa-se que 90 por cento são traficadas como parte do mercado de noivas, algumas sendo vendidas a múltiplos maridos.

As norte-coreanas que fugiram, relatam que foram tratadas como gado. E, claro, porque são pessoas refugiadas, há pouco apoio oficial para lidar com este problema crescente.


5 – Mali



No Mali, a situação das mulheres continua a ser uma preocupação. Discriminação e violência são comuns, e estima-se que a mutilação genital feminina tenha sido realizada em 95 por cento das mulheres adultas do Mali.
Relatórios recentes sugerem que extremistas islâmicos no país começaram a compilar listas de mães solteiras, o que aumentou as preocupações em torno de castigos bárbaros como amputações, apedrejamentos e execuções.

Em novembro de 2012, secretário-geral adjunto da ONU, Jan Eliasson, manifestou preocupação com a situação das mulheres no Mali, afirmando: "Apesar de serem as primeiras vítimas de uma crise política e humanitária, as mulheres permanecem excluídas dos diversos órgãos que buscam uma solução. "

4 – Iraque




O Iraque é um país devastado pelo sectarismo. E, apesar da deposição de Saddam Hussein, em quase uma década de transição, o país ainda se encontra dividido, com as mulheres muitas vezes arcando com o ônus. Uma pesquisa descobriu que 19 por cento das mulheres iraquianas sofrem de transtornos mentais, como resultado dos conflitos do país. Além disso, o tratamento e as instalações médicas são escassos, levando as mulheres doentes a se isolarem em casa.

Ainda mais preocupante: desde a queda de Saddam Hussein, a liberdade das mulheres se deteriorou. Enquanto 2003 viu a criação de ONGs, como a Organização da Liberdade das Mulheres no Iraque, o novo governo introduziu a lei Sharia em 2004, uma das muitas leis recentes com impacto negativo na vida das mulheres iraquianas.

A Organização da Liberdade das Mulheres no Iraque tem procurado desempenhar um papel fundamental na proteção e promoção da liberdade das iraquianas, chamando a atenção para o aumento no número de estupros, sequestros e ataques contra as mulheres bem como o ressurgimento dos crimes de honra. Mas a religião e o sectarismo continuam a ser fatores chave que afetam as lutas femininas no Iraque. E os sinais são evidentes nas ruas do país. Talvez o mais óbvio, seja o que desde 2003, com a pressão dos islâmicos, o número de mulheres que usam véus aumentou.

Em uma entrevista à BBC, a médica Lubna Naji disse: "As mulheres costumavam se comportar de uma maneira mais liberal sob o regime de Saddam. E eu odeio dizer isso, porque eu odeio Saddam, mas as mulheres eram mais livres sob o governo de Saddam. "


3 – Índia



A Índia é frequentemente citada como uma das economias que mais crescem no mundo. No entanto, os acontecimentos recentes têm atraído a atenção do público para um problema diferente: a situação das mulheres na maior democracia do mundo. A notícia do brutal ataque a um ônibus em dezembro de 2012, em Nova Deli, que deixou uma estudante de 23 anos, morta, abalou o mundo e provocou protestos em massa na cidade, onde uma mulher é estuprada a cada 14 horas. Enquanto as autoridades procuram agir rapidamente em resposta aos protestos, as mulheres indianas acreditam que uma mudança cultural profunda é necessária para resolver esse antigo problema.

Uma pesquisa de 2012, feita pela Reuters Thompson Foundation, constatou que a discriminação contra as mulheres é pior na Índia do que em qualquer outra nação do G20 . A situação é particularmente grave nas planícies do norte do país, onde a mentalidade profundamente enraizada reforça a suposta inferioridade das mulheres.

A violência doméstica na Índia também é endêmica. O bem-estar psicológico das mulheres indianas é uma grande preocupação, especialmente quando atitudes culturais tornam difícil que elas procurem ajuda.

2 – Somália




Em novembro de 2012, Yusuf Fauzia Haji Adan tornou-se ministra da Somália. A Somália é descrita como um dos piores países do mundo para se nascer mulher, por esta razão, a nomeação de Yusuf é um avanço, pequeno, mas não sem importância. "É uma nova página para a situação política do nosso país", disse ela. E quando se trata dos direitos das mulheres, a Somália está desesperadamente precisando de uma nova página. Em 2011, a Thomson Reuters Foundation denunciou que o acesso à educação para as mulheres era raro, enquanto que a violência doméstica contra elas era comum. Além disso, o estudo constatou que 95 por cento das meninas somalis sofreram mutilação genital.

As áreas controladas pelos militantes islâmicos da Al-Shabaab são particularmente ruins. A fome têm forçado um número crescente de famílias migrarem para a capital, Mogadíscio, para depois viverem em campos de refugiados onde o estupro nas mãos de bandidos armados é uma ocorrência comum.

Apesar disto, o apoio internacional-se concentra apenas no fornecimento de alimentos e no cessar fogo. Somando-se a tudo isso, existe o fato de a saúde mental debilitada ser um tabu entre os somalis, sendo os doentes vistos como fracos e uma vergonha para a família.


1 – República Democrática do Congo




A República Democrática do Congo é apelidada de "capital mundial do estupro." Um relatório da ONU indicou que, em 2009, mais de 8.000 mulheres foram estupradas no país. E quase 10 anos depois da Segunda Guerra do Congo, a violência continua a ser uma ocorrência diária, com o estupro ainda sendo efetivamente utilizado como arma de guerra.

Os efeitos do estupro na saúde mental de uma mulher são terríveis. A maioria tem medo de contar suas histórias, preocupadas com a vergonha de suas famílias. Os cuidados com saúde mental das mulheres violentadas na República Democrática do Congo são vistos como uma prioridade baixa pelo governo, as instalações médicas são poucas e distantes entre si. A ONU tentou ajudar fornecendo escoltas para as mulheres, mas a situação continua terrível.

As mulheres do país dizem que são tratadas como cidadãs de segunda classe. A elas são dadas poucas oportunidades de entrar na política e são muitas vezes sujeitas a casamentos forçados ainda adolescentes, o que limita as opções educacionais. Embora algumas das ONGs do Congo fizeram melhorias e ampliaram as oportunidades educacionais para as mulheres, outras organizações tem destacado o fato de que a polícia e as autoridades locais são muitas vezes as mais culpadas quando se trata de fazer cumprir casamentos arranjados. Hillary Clinton certa vez descreveu a violência sexual no Congo como "a humanidade no seu pior."

Fonte: http://kid-bentinho.blogspot.com.br/2013/02/os-10-piores-paises-do-mundo-para-as.html

23/03/2014

35 Verdades sobre o Brasil pelo o olhar do turista

O mundo está de olho no Brasil, o país não é mais visto como um lugar pobre, e sim, uma nova potência. Com isso, várias pessoas começam a se interessar pelo turismo e isso aumenta a procura de informações sobre o nosso querido Brasil.

O fato é que alguns turistas, após visitarem, querem comentar sobre a viagem com outras pessoas em seu país origem. Entre várias verdades que falam lá fora, essa lista mostra 35 que são bem populares, veja na continuação.

1. No Brasil, ninguém nunca chega na hora certa, se você marcar as 18:00 com alguém, pode ter certeza que ele vai chegar lá pelas sete e meia e vai culpar o trânsito. A novela das 7 começa às 8 e das oito começa às 9, tudo sempre começa com no mínimo 10-15 minutos de atraso.

2. Ninguém paga em dinheiro, quase todo mundo prefere usar cartões de crédito e de débito. Mas se você decidir pagar em dinheiro, esteja preparado para o fato de que nunca têm troco e vai ficar sem alguns centavos ou/e receberá em balas.

3. Os moradores da maior cidade do país, São Paulo, gastam ao menos 2 a 3 horas em um trânsito horrível e alguns tem mais de um carro para burlar o rodízio de placas.

4. Os brasileiros adoram usar um chinelo de borracha chamado Havaianas. Mesmo em restaurantes caros e boates podem ser encontrados nos pés das pessoas.

5. O guaraná (um refrigerante local feito do fruto do guaraná da Amazônia) é mais popular que e Coca-Cola.

6. O cumprimento “Como está você?” deve ser sempre respondido com “Tudo bem, e você?”, mesmo se o dia não estiver sendo nada bom. Por pior que seja só responda: “Beleza!”.

7. Você não vai encontrar macacos nas ruas brasileiras, como na maior parte do mundo eles podem ser somente vistos em zoológicos.

8. As ruas são muito perigosas, por isso nunca se arrisque a andar em becos escuros. Nem deixe as crianças caminharem sozinhas nas calçadas.

9. Todos, mesmo os muito pobres, sempre tem alguém em casa que faz a faxina e prepara as refeições.

10. Nas casas é muito difícil encontrar um tapete no chão e papel de parede nas paredes. Tapetes nas paredes, é claro, mais difícil ainda.

11. A alimentação diária do brasileiro não é muito variada: arroz, batata frita, feijão cozido, salada e carne assada duas vezes por dia todos os dias.

12. Nas ruas de todas as cidades sempre encontramos um monte de mendigos e vagabundos, inclusive de jovens saudáveis que não sentem nenhuma vergonha de praticar ato tão vergonhoso.

13. Os brasileiros são pessoas muito falantes, alegres e sociáveis; falam pelos cotovelos com qualquer um, inclusive desconhecidos, em lojas e transportes públicos, com ou sem motivo aparente.

14. Os brasileiros adoram cerveja e cachaça (vodka de cana-de-açúcar).

15. Os preços de todos os produtos importados no Brasil é de 2 a 3 vezes maior do que em todos os outros países, um verdadeiro roubo, porque o governo cobra entre 70% – 100% sobre todas as mercadorias importadas.

16. O Brasil ainda tem 10% de pessoas que não sabem ler e escrever, e cerca de 30% da população são analfabetos funcionais (não conseguem entender a informação que leem).

17. Os brasileiros gostam de tomar café a qualquer hora do dia e da noite, até mesmo crianças pequenas podem beber o café desde a mais tenra idade.

18. Todos os doces no Brasil, são 2 ou 3 vezes mais doces que aqueles que estamos acostumados.

19. As atividades favoritas do brasileiro padrão são: assistir o futebol com os amigos, tomando cerveja; churrasco no domingo regado a muita cerveja; sol e praia com mais um monte de cerveja.

20. O feriado mais importantes do ano é o Natal. Ano novo não é particularmente acentuado.

21. A maioria dos brasileiros são católicos, cerca de 70% da população, vão a missa uma vez por semana para falar mal da vida uns dos outros.

22. O café da manhã tradicional brasileiro é o pão com manteiga ou com uma fatia de queijo e presunto e uma xícara de café ou café com leite.

23. Os brasileiros não gostam muito de carne de porco, não por causa de crenças religiosas, mas porque erroneamente acham que é pesada, difícil de digerir e que pode causar algum tipo de doença.

24. No sul do Brasil, há uma espécie de colônia europeia de loiros de olhos azuis. Nem todos os brasileiros tem cabelos escuros e pele bronzeada ou escura.

25. A parte mais cobiçada do corpo feminino no Brasil é a bunda. Quanto maior, melhor.

26. Por causa dos preços elevados, mesmo para produtos de primeira necessidade, alguns brasileiros fazem compras com cartão de crédito em parcelas de 2-3 vezes. É muito comum o parcelamento em lojas de departamento que vendem produtos em 6 a 12 vezes.

27. Falar inglês no Brasil não ajuda em nada, muitas vezes até atrapalha.

28. Os brasileiros são verdadeiros patriotas que amam seu país maravilhoso abençoado por Deus e bonito por natureza. Camisetas verdes e amarelas e bandeiras do Brasil sempre fazem parte do guarda-roupa de todo brasileiro.

29. A maioria absoluta dos casais têm filhos, uma média de dois por casamento.

30. Apesar do grande número de pessoas pobres, problemas sociais, políticos corruptos; os brasileiros são uma das nações mais felizes do planeta.

31. Durante o carnaval o país inteiro festeja. O carnaval é um feriado nacional.

32. A maior colônia japonesa fora do Japão está em São Paulo (Bairro da Liberdade).

33. Os brasileiros são muito temperamentais e ciumentos. Muito ciumentos mesmo, portanto cuidado ao flertar com mulheres acompanhadas!

34. Os brasileiros são muito ligados às suas famílias e continuam mantendo relações muito fortes com familiares, mesmo distantes (tios, tias, primos e irmãos).

35. As brasileiras são realmente LINDAS.


Fonte: www.uol.com.br